Não tente entender o que
nem eu consigo saber.
Defino-me assim indefinida.
Meio mulher, um tanto criança,
um pouco velha. Cheia de esperança.
Não estou pronta, vivo inacabada.
Não sou inteira, sou partes encaixadas.
Não sou um poema somente, sou um livro.
Sou paixão personificada, amor em minha essência.
Sou saudade do que não tenho.
Lembrança do que já tive. Ausência.
Não sou santa, eu não nego.
Um tanto louca, me confesso.
Tenho medo e sou valente.
As vezes caio, outras só escorrego.
Não me tente, pode ser que eu me entregue.
Sou parte do mar, muito do céu.
Meus pés vivem no chão.
Mas o meu coração vive ao léu...
Recebi essa poesia por e-mail já tem um tempo e não tinha créditos, por isso se for de alguém favor deixar comentário para que eu possa dar os devidos créditos.



